segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Radiohead e a indústria musical no século XXI


Muito se tem discutido sobre o futuro da indústria musical. Com essa história de download gratuito, as gravadoras, que haviam construído império gigantesco no século XX, vêm apanhando muito nos últimos anos por não saberem mais como manter girando a verdadeira roda da fortuna que era a venda de discos.

Nesta época em que já se tornou um hábito baixar músicas de graça na internet, as gravadoras vêm quebrando a cara dia sim e outro dia também na busca de uma fórmula para reaver os lucros de antigamente. Mas, é uma luta praticamente perdida. Afinal, por que pagar por algo que qualquer umconsegue com um simples click que não custa um único centavo?

As gravadoras insistem no velho modelo e, mesmo colocando músicas para download pago, é muito pequeno o número de pessoas que se dispõe a desembolsar uma quantia considerável para obtê-las.

Por outro lado, artistas de grande, médio ou pequeno porte estão conseguindo levar a sua carreira adiante, apresentando métodos muito mais inteligentes de fazer a sua música chegar até seus fãs ou novos ouvintes. E, nesse quesito, nenhuma banda tem estado tão à frente quanto aos ingleses do Radiohead (foto).

O grupo liderado pelo cantor e guitarrista Thom Yorke surpreendeu o mundo quando criou uma estratégia praticamente inédita de divulgação e venda de seu último disco, “In Rainbows”, em 2007. Na época, colocou o seu disco inteirinho na íntegra para download em seu site e deixou a critério de cada interessado decidir qual valor pagar por ele. Até mesmo quem achava que tinha o direito de baixar o disco de graça recebeu a sua senha para download e, em alguns minutos, estava ouvindo o disco em casa.

Agora, o Radiohead surpreendeu mais uma vez. No ano passado, um grupo de fãs se lançou em um desafio ousado. Convocou todos que estiveram em um show realizado na cidade de Praga e que tivessem feito imagens com câmeras ou celulares que disponibilizassem as mesmas para a criação de um vídeo de todo o show.

Obter imagens até que foi fácil. Um pouco mais complicado foi edita-las. Difícil era conseguir o áudio da apresentação com qualidade. Mas, foi aí que a genialidade da turma de Thom Yorke entrou em ação: a banda disponibilizou o áudio em perfeita qualidade para o DVD, que agora está sendo disponibilizado gratuitamente para download (http://radiohead-prague.nataly.fr/Download.html).

Se uma das ideias principais da internet é a cooperação e a criação coletiva, o Radiohead deu exemplo. O que tempo atrás teria sido chamado de um DVD pirata, agora é considerado praticamente um vídeo oficial da banda. E nem é preciso dizer que o trabalho ficou sensacional.

Diretamente, o Radiohead não levou um tostão pela generosidade. Porém, pensando mais além, ganhou mais uma vez o reconhecimento dos fãs, além de uma publicidade gratuita enorme. E isso, obviamente, representa mais gente conhecendo o grupo, mais pessoas indo aos shows do Radiohead e, consequentemente, mais dinheiro na conta dos músicos.

Novas estratégias para novos tempos. Inovação, inteligência e ousadia. Esse é o futuro da indústria musical no século XXI. Só não vê quem não quer. Thom Yorke, mesmo caolho, enxerga isso muito bem. Cabe aos inteligentes seguirem seus passos...

domingo, 5 de setembro de 2010

Novo blog do Garagem 95!



Novidade para quem gosta de ler sobre música aqui no BLOG DO VITECK. Agora, poderão acompanhar notícias, baixar músicas, ver vídeos no novo blog do Garagem 95, programa de música alternativa que apresento há cerca de sete anos, todos os sábados, a partir das 18h00, pela rádio Difusora 95 FM, de Marechal Cândido Rondon.

O endereço é http://www.garagem95.blogspot.com.

Confiram!

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

A surra no Serra


Artigo publicado esta semana pelo jornalista André Forastieri no seu blog no portal R7 ajuda a entender porque José Serra é um candidato ruim, que não decola. Vai ser surrado nas urnas pela candidata do PT.

Mas, para Forastieri, a lavada eleitoral que o candidato tucano vai levar se deve menos por méritos de Lula e Dilma e mais pelos erros e mentiras do próprio candidato Serra durante sua trajetória política. E não adianta o candidato do PSDB vir com essa de agora virar Zé Serra, para se aproximar mais do povão. A sua candidatura já foi pro brejo.

O texto do Forastieri é polêmico. Choveram e-mails pra cima do jornalista. Vale a pena ler:

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Por que os paulistamos rejeitam Serra

Dilma Rousseff chegou a 41% das intenções de voto na cidade São Paulo, contra 35% de José Serra. Pesquisa do DataFolha, 26 de agosto.

Assombro geral. Será o milagroso carisma do padim Lula? A onda vermelha? O Bolsa Família? Dilma tirou de Serra o apoio da Fiesp? Tudo tem explicações. Encontrar algumas exigem esforço. Outras estão no nariz. Comece procurando a principal.

Em dezembro de 2009, 61% dos paulistanos desaprovavam o governo do prefeito Gilberto Kassab, do DEM, sendo que 27% consideravam seu desempenho ruim ou péssimo.

Mês seguinte, a cidade foi inundada. Em fevereiro de 2010, a revista Época São Paulo publicou uma reportagem de capa corajosa sobre o tema, baseada em pesquisa do Ibope e em um mergulho nos orçamentos da prefeitura. O dado mais chocante: metade dos paulistanos desejava deixar a cidade.

Mais que tanto os paulistanos viam de defeito em Kassab? A lista é longa. Transporte? Caiu a verba da Secretaria de Transportes 29%, que ao mesmo tempo ficou mais caro. Melhor andar a pé? Não, as calçadas estão podres, e o investimento para reformá-las caiu 40%.

Vamos sair nadando, então, que as enchentes continuam, e o investimento em drenagens e saneamento em 2010 será 45% menor que o de 2009, segundo o orçamento do município.Vamos à segurança? 87% dos paulistanos acham a cidade muito insegura e 52% têm mais medo que sair à noite do que no ano passado.

Vamos enfrentar o crime? Claro que não. A verba prevista no Orçamento para a Secretaria Municipal de Segurança Urbana que inclui Defesa Civil e Guarda Civil Metropolitana, foi reduzida em 15%.Faltam recursos?

É tempo de crise? Não. A economia brasileira cresce rápido. E os impostos em São Paulo também. O IPTU subiu até 30% para casas e até 45% para imóveis comerciais, mas como mudou a base de cálculo, teve casos de aumento de 100% no IPTU.

Mas o problema vai bem além de ter dinheiro no orçamento. Mesmo quando há verba prevista, a administração Kassab não usa. Exemplos sobram. Só um: em 2009, foram previstos R$ 90 milhões para construir hospitais em Parelheiros, Vila Matilde e Brasilândia, três bairros muito carentes. Para 2010, as obras terão metade dos recursos. Dá trabalho construir hospital. É mais fácil fazer propaganda.

Em 2009, o orçamento para publicidade da prefeitura foi de R$ 31 milhões. O previsto no orçamento de 2010 era de R$ 126 milhões, podendo chegar até R$ 200 milhões. Ano de eleição, já viu. Resultado de tanta propaganda: segundo levantamento de julho, 58% dos paulistanos não aprovam o trabalho de seu prefeito, Gilberto Kassab.

Com ou sem anabolizante, a nota que ele ganhou da população em julho, de zero a dez, foi 5,5. A dois meses das eleições!Para que tentar limpar a barra, se a eleição para prefeito é daqui a dois anos e Kassab não concorre a nada desta vez? A questão é que São Paulo é a vitrine número um de José Serra e Kassab, seu herdeiro político na cidade.

Uma figura irrelevante em termos eleitorais, ex-malufista, se elegeu prefeito da maior cidade do país exclusivamente porque Serra o colocou lá.Nós, paulistanos natos ou transplantados, não perdoamos essa. Ainda mais depois de tudo que Serra fez para ser prefeito.

José Serra era deputado federal quando foi candidato a prefeito de São Paulo pela primeira vez em 1988, 22 anos atrás. Ficou atrás de Luiz Erundina, João Leiva e Paulo Maluf. Se reelegeu deputado federal com votação recorde no estado, 340 mil votos. Em 1994, se elegeu senador com 5,4 milhões de votos. O que fez em 1996? Concorreu de novo à prefeitura. Perdeu para Celso Pitta e ficou atrás de Luiza Erundina.

Depois foi ministro do planejamento, da saúde, candidato a presidente em 2002 contra Lula e – adivinha – se candidatou de novo a prefeito. Na sua terceira tentativa, Serra foi eleito prefeito de São Paulo. Foi no segundo turno, com 55% dos votos válidos, 3,3 milhões. Para isso, se dispôs a assinar um documento, prometendo que, caso eleito, não abandonaria o mandato para concorrer em outra eleição.

Tomou posse dia 1º de janeiro de 2005, para um mandato que deveria ser cumprido até 1º de janeiro de 2009.Pois um ano e três meses depois, dia 31 de março de 2006, deixou a prefeitura na mão de Gilberto Kassab, seu vice. Para, claro, se candidatar a governador.

Os paulistanos escolheram um prefeito tucano, que obssessivamente buscava ser prefeito de sua cidade fazia décadas. Levaram no lugar um obscuro malufista no lugar, ex-secretário de Celso Pitta.

Nas eleições para governador em 2006, naturalmente era forte o rumor de que Serra queria se eleger Governador só como trampolim para uma nova candidatura à Presidência. Em um debate na Record, Boris Casoy perguntou se ele cumpriria mandato até o final: “o senhor recomenda seus eleitores a não votarem mais no senhor se fizer o oposto”?

Serra disse: compromisso assumido.Serra se elegeu, contra Aloísio Mercadante, com 58% dos votos. Assumiu dia 1º de janeiro de 2007. No meio de 2009 já era claro que seria o candidato a presidente pelo PSDB, largando novamente o mandato antes da hora. Foi o que fez.

Mas antes disso, Serra tomou a decisão que selou seu destino na cidade.Nas eleições de 2008 para prefeito de São Paulo, ele apoiou seu apadrinhado Kassab, do DEM, e não o tucano Geraldo Alckmin. Pegou muito mal. Lealdade não é tudo mas é 100%. Ainda mais que Alckmin é querido de muitos paulistas e paulistanos. Foi vice de Covas, governador etc.

Embora seja do interior, é quase uma caricatura de paulistano feito por um cartunista carioca. É pálido, careca, só fala de trabalho e parece tomar banho de gravata.Em 2008, vinha de enfrentar Lula em 2006, e não deu moleza. Queimou a fita de Serra trair a confiança dos paulistanos na eleição para prefeito. Tostou, repetir o feito na eleição para governador.

Mas no meio disso, ainda teve esta bola nas costas de Alckmin, seu companheiro de partido, para apoiar Kassab.Que se elegeu exclusivamente graças a Serra, numa marola de factóides. Se tivesse feito um mandato brilhante nos anos seguintes, talvez a cidade desse um desconto para Serra.

Mas foi a tragédia acima, e completa com denúncias de desvios, jogatina imobiliária, truculência com miseráveis etc. Tudo isso é público, e um bom repórter investigativo encontraria muito mais argumentos que os que você acabou de ler.

Sou só um cara que sabe ler, que mora nesta cidade faz 27 anos e vê ela piorar ano após ano, e que desistiu de votar faz tempo. Esta é a principal explicação de porque Serra perde para Dilma na cidade de São Paulo. Nós, paulistanos, como o resto dos brasileiros, não conhecemos Dilma. Mas conhecemos Serra.


*** Fonte: http://noticias.r7.com/blogs/andre-forastieri/2010/08/31/por-que-os-paulistanos-rejeitam-serra/

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Uma linda mulher!


Pretty woman, walking down the street
Pretty woman, the kind I like to meet


Deve ter gente que gosta, mas acho que não tem coisa mais feia que mulher com axila cabeluda. E se essa mulher ainda é conhecida como “Uma Linda Mulher”, a coisa fica pior.

Julia Roberts pelo jeito é adepta. Foi fotografada esta semana no Havaí (foto) de biquíni tal qual Cláudia Ohana. Mas, desta vez, Julia Roberts estava com um “cavanhaquinho” quase discreto, bem diferente de quando foi à premiere do filme “Um Lugar Chamado Nothing Hill”. Na ocasião, o pirata Barba Negra ou o Brutus do desenho Popeye passariam vergonha.

Um conselho, girls: gilete SEMPRE nas axilas!

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Com quantas músicas se destrói uma carreira?


Putalamerda... Demorou mas criei coragem e estou ouvindo agora o disco de estreia da nova fase sertaneja de Fábio Elias. Pensei: "vou ver com quantas músicas se destrói uma carreira".

Para quem não conhece: o cantor é (era?) figura ilustre do rock paranaense, cantando e tocando com a Relespública, que conta com mais de 20 anos de história e que, há alguns meses, está em recesso por tempo indeterminado. Tocaram no Rock in Rio em 2001, foram meio que adotados pela turma do Ira!, lançaram cinco álbuns. Uma trajetória artística marcante, mas que financeiramente deixou a desejar...

E só mesmo o fator GRANA explica a mudança radical de Fábio Elias, que parou “com essa vida louca”, abandonou seus apetrechos mod e agora desfila por aí pagando de cantor sertanejo. Pelo que fiquei sabendo, o novo trabalho está rendendo bem mais do que acontecia com a Relespública. Se a ideia era mesmo essa, então boa sorte para o Fábio Elias. Afinal, cada um é dono do seu próprio filme e que o queime da forma que bem entender.

Mas, é preciso dizer: “Me dê é um pedaço teu” é um disco horrível, vergonhoso, lastimável. Ruim do começo ao fim. É brega de um modo que faz a gente sentir vergonha alheia. Acho que nem mesmo os newnejos conseguem engolir. Falta voz, falta espírito caipira. Falta paixão nesse trabalho porque ele não é sincero. É fake até os ossos. Uma das coisas que mais desgosto me deu ouvir em todos os tempos.

Olho a capa do disco solo de Fábio Elias e olho os discos da Relespública. Não dá pra engolir. É de ficar com pena do rapaz. Ele pode dar mil explicações sobre a sua metamorfose, mas “os marcianos não se deixam enganar”, meu caro!

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Hype!


Em 2011, completa-se 20 anos que toda uma cultura underground do rock norte-americano, capitaneada pelo Nirvana, tomou de assalto as paradas de sucesso ao redor do mundo, causando também uma pequena revolução na moda e no comportamento de parte significativa daquela geração de adolescentes. Conhecido como grunge, o movimento surgido na cidade de Seattle é considerado, desde então, a última grande revolução do rock – Cine, Restart e similares não contam, please...

E o retrato definitivo dessa era é “Hype!”, o documentário de 1996 dirigido por Doug Pray. Rodado ainda na ressaca que se abateu sobre o grunge com a morte de Kurt Cobain, o filme resgata a trajetória do rock em Seattle desde os anos 80 e que acabou por tornar possível o estouro do Nirvana, uma banda de uma cidadezinha próxima a Seattle que ninguém, além do produtor Jack Endino e o pessoal da gravadora Sub Pop, apostaria um único níquel furado no seu sucesso.

Com registros de shows e entrevistas de bandas “menores” da cena grunge, como Supersuckers, 7 Year Bitch e Young Fresh Fellows, ao lado de pesos-pesados como Pearl Jam, Soundgarden e Mudhoney, “Hype!” dá uma visão geral de tudo o que aconteceu no período de 1991 a 1994, quando Seattle pareceu ter se tornado a capital mundial da música e da moda. Na ressaca do sucesso (e do fracasso para aquele que não atingiram a fama), uma fila imensa de músicos dá a sua versão sobre toda aquela histeria detonada pelo disco “Nevermind”. Assim, o diretor Doug Pray conseguiu juntar os pedaços e contar o início, o auge e o fim do grunge.

De lambuja, nas entrelinhas dos 83 minutos de “Hype!” ainda dá para aprender algumas lições de como funciona a gigante indústria fonográfica, sempre a caça de novas bandas, cenas e tendências para extrair delas até o último centavo que possam render e, depois, virar as costas e fazer tudo de novo em outro lugar.

O documentário está fora de catálogo, mas vale correr atrás do download (http://arapongasrockmotor.blogspot.com/2008/07/hype-1996.html) ou procurar em algum sebo pelo VHS ou DVD.

domingo, 29 de agosto de 2010

Um modelo de jornal a ser seguido


Já é costume para milhares de leitores acordar cedo ou chegar ao trabalho e ir logo atrás da sua edição do jornal O Presente. Um hábito que começou a ser cultivado semanalmente há 19 anos e que, há um bom tempo, passou a ser diário. Ao longo dessas quase duas décadas, o jornal O Presente passou por uma série de mudanças, buscando sempre levar notícias com qualidade e relevância para ser leitores. Uma tarefa árdua, uma batalha diária, mas ainda assim, tenho certeza, uma atividade prazerosa para quem faz o jornal O Presente.

Fui um dos profissionais privilegiados que tiveram a oportunidade de passar pela empresa. Iniciei por lá em 1994 trabalhando por alguns meses no setor de recursos, até que foi surpreendido pelo diretor Arno Kunzler com o convite para integrar a redação do jornal. Nada mal para um jovem de 16 anos que sonhava em se tornar advogado. Só que foi paixão à primeira vista com o jornalismo, que acredito que já corria no meu sangue, provavelmente graças à genética paterna.

Com a descoberta para a vocação, foi para o espaço a faculdade de Direito. No lugar dela, faculdade de Jornalismo em Ponta Grossa. Certamente, a graduação em Comunicação Social acrescentou muito profissionalmente. Mas, costumo dizer que a minha verdadeira escola de Jornalismo foi o jornal O Presente. Foi na redação do jornal que fiz meus primeiros textos, minhas primeiras fotografias e as primeiras entrevistas. Foi lá que primeiro vivi o doce e o amargo de ser jornalista.

Foram praticamente sete anos atuando no jornal O Presente (onde trabalhava sempre durante as férias da faculdade). Depois, tomei outros rumos os quais, volta e meia, insistem em se cruzar com os caminhos do jornal. Hoje, atuo profissionalmente como jornalista da empresa irmã do O Presente, a Editora Amigos da Natureza. Assim, querendo ou não, por essas e outras a gente acaba se sentindo também parte da família.

O Presente é um jornal que nasceu pequeno em tamanho, mas grande na sua vocação de bem informar seus leitores. É estranho pensar que ele está fazendo 19 anos. Inevitavelmente, lembro dos primeiros tempos em que trabalhei na empresa, quando havia tão poucos funcionários que quase dava para contar nos dedos das mãos. Lembro da estrutura enxuta. Hoje a empresa cresceu em tamanho, número de funcionários e em relevância entre as empresas jornalísticas. Sem medo de errar, é possível afirmar com todas as letras que O Presente é um modelo de jornal a ser seguido. Pautado pelo bom senso, ele conseguiu se tornar um dos veículos de comunicação mais respeitados do interior do Paraná. Pensando nisso tudo, sinto como é gratificante ter feito parte dessa equipe vitoriosa.

Com um imenso carinho, parabenizo a direção e toda a equipe do O Presente pela passagem do 19º aniversário. Enfatizo o profissionalismo com que buscam empreender a atividade jornalística, cumprindo o seu papel social de bem informar a população regional. E é com o mesmo entusiasmo que desejo à família O Presente muito sucesso e um futuro repleto de boas notícias todos os dias.


(Por Cristiano Viteck - Publicado no jornal O Presente, dia 28/08/2010)